Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer. Gálatas 5.16-17
Não há como evitar este tipo de ataque. Cedo ou tarde. Sempre ou raramente. Intensa ou levemente. Estamos sujeitos aos ataques da nossa própria carne. Sim, amiguinhos. O inimigo mais ferrenho de nossa santidade não é o diabo – que já está derrotado. Nossa natureza humana é que oferece mais riscos ao relacionamento que temos com Deus.
É muito cômodo atribuirmos a culpa por algum comportamento ruim que tenhamos a um fator externo, seja um problema, uma pessoa com a qual não nos damos bem, uma doença, entre outros. Mas é muito difícil admitir que a causa dos problemas são nossas próprias falhas de caráter existentes há muito tempo.
Certamente Deus deseja que sejamos vitoriosos, mas as conquistas só virão através de dependência total a Ele. Quando a vontade da carne vem antes do desejo de submeter-se à soberania divina, não podemos esperar que aquilo que planejamos seja concretizado.
Não há forma de permitir que Deus escreva a nossa história se continuarmos com folha de papel e caneta nas mãos. Se desejamos mudar, só há o caminho de entregarmos a Ele todo nosso ser e constantemente reexaminarmos o coração para que nenhum traço de soberba resista. É a isso que Paulo nos remete quando menciona a renovação do pensamento:
A batalha prossegue. Em meio a vitórias e perdas, quem está prevalecendo é a parte do nosso ser à qual damos mais liberdade. Que seja o espírito. E este alimentado pelo que vem de Deus.
Semana de vitórias a todos. Deus abençoe. Abração galera!!
Não há como evitar este tipo de ataque. Cedo ou tarde. Sempre ou raramente. Intensa ou levemente. Estamos sujeitos aos ataques da nossa própria carne. Sim, amiguinhos. O inimigo mais ferrenho de nossa santidade não é o diabo – que já está derrotado. Nossa natureza humana é que oferece mais riscos ao relacionamento que temos com Deus.
É muito cômodo atribuirmos a culpa por algum comportamento ruim que tenhamos a um fator externo, seja um problema, uma pessoa com a qual não nos damos bem, uma doença, entre outros. Mas é muito difícil admitir que a causa dos problemas são nossas próprias falhas de caráter existentes há muito tempo.
Muitos interpretam de maneira errada as circunstâncias da conversão. O orgulho faz pensar que somos infalíveis diante de qualquer circunstância. A realidade é que não nos tornamos perfeitos imediatamente após aceitarmos Jesus. Isso é parte de um processo gradativo de santificação (Filipenses 3.12-14).
Certamente Deus deseja que sejamos vitoriosos, mas as conquistas só virão através de dependência total a Ele. Quando a vontade da carne vem antes do desejo de submeter-se à soberania divina, não podemos esperar que aquilo que planejamos seja concretizado.
Não há forma de permitir que Deus escreva a nossa história se continuarmos com folha de papel e caneta nas mãos. Se desejamos mudar, só há o caminho de entregarmos a Ele todo nosso ser e constantemente reexaminarmos o coração para que nenhum traço de soberba resista. É a isso que Paulo nos remete quando menciona a renovação do pensamento:
E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Romanos 12.2
A batalha prossegue. Em meio a vitórias e perdas, quem está prevalecendo é a parte do nosso ser à qual damos mais liberdade. Que seja o espírito. E este alimentado pelo que vem de Deus.
Semana de vitórias a todos. Deus abençoe. Abração galera!!
